PROGRAMA 13/12
O programa desta semana recebe a Banda Black Rio, que fez história nos anos 70 e foi reformulada recentemente pelo tecladista William Magalhães – filho do saxofonista e líder da formação original, Oberdan Magalhães. A banda apresenta clássicos de sua fase áurea, como “Mr. Funk Samba” e “Maria Fumaça”, e algumas faixas de sua trajetória recente, como “Carrousel”.
Ainda nesta edição, em homenagem aos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, um vídeo especial, com direção do cineasta Ricardo Elias, mostra pessoas de traços étnicos variados em uma leitura do preâmbulo da declaração, entrecortada por dados apresentados por Rappin'Hood, que demonstram que muitos desses direitos não são respeitados no Brasil. Também vai ao ar preciosas imagens de um show de James Brown, em São Paulo, em 1977; e uma discussão sobre a validade do projeto de cotas, que prevê um número mínimo de vagas nas universidades para negros, pardos e índios.
E no quadro Interferência, o escritor Ferréz entrevista o rapper Eduardo, conhecido por seu trabalho à frente do grupo Facção Central.
sábado, 13 de dezembro de 2008
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Hoje é o dia ...

Hoje é um dia especial...
Todos os dias são especiais,
Mas o hoje é mais especial,
Pois você está presente nele
Pra que ficar quebrando a cabeça
Por motivos do passado e do futuro...
Faça desse Especial um espetáculo de emoções...
Não perca tempo
Faça de cada segundo que passa
Uma nova conquista
Não deixe que o tempo te alcance,
Não pare, esperando que magias revelem seus truques...
Não desperdice sua vida em pensamentos,
Pois a vida é um risco,
Onde arriscamos ficar ou não
Presos a indecisões e dúvidas...
Abrace a vida sem pensar...
Nas coisas que não precisam ser pensadas
Pois já estão claras...
Viva o Hoje, não pense mais no ontem
E nem no Amanhã, pois:
ONTEM é passado
AMANHÃ mistério
HOJE é uma dádiva, por isso chamado
"Presente!!"
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
MV BILL e censura entenda o que é

Vai ser preciso muito mais pra me fazer recuar/ Minha auto-estima não é fácil de abaixar/ Olhos abertos fixados no céu/ Perguntando a Deus qual será o meu papel/ Fechar a boca e não expor meus pensamentos/ Com receio que eles possam causar constrangimentos/ Será que é isso? Não cumprir compromisso/ Abaixar a cabeça e se manter omisso/ A hipocrisia, a demagogia/ Se entregue a orgia, sem ideologia/ A maioria fala do amor no singular/ Se eu falo de amor é de uma forma impopular/ Quem não tem amor pelo povo brasileiro/ Não me representa aqui nem no estrangeiro/ Uma das piores distribuições de renda/ Antes de morrer, talvez você entenda/ Confesso para ti que é difícil de entender/ No país do carnaval o povo nem tem o que comer/ Ser artista, popstar, pra mim é pouco/ Não sou nada disso, sou apenas mais um louco/ Clamando por justiça e igualdade racial/ Preto, pobre, é parecido mas não é igual/ É natural o que fazem no senado/ Quem engana o povo simplesmente renuncia o cargo/ Não é caçado, abre mão do seu mandato/ Nas próximas eleições bota a cara como candidato/ Povo sem memória, caso esquecido/ Não foi assim comigo, fiquei como bandido/ Se quiser reclamar de mim, que reclame/ Mas fale das novelas e dos filmes do Van Damme/ Que teve no Brasil, no programa do Gugu/ Rebolou, vacilou, agaixou e mostrou o.../ Volta pra América e avisa pra Madonna/ Que aqui não tem censura, meu país é uma zona/ Não tem dono, não tem dona, o nosso povo tá em coma/ Erga a sua cabeça que a verdade vem a tona/
Refrão 2x - É/ Mantenho minha cabeça em pé/ Fale o que quiser pode vir que já é/ Junto com a ralé/ Sem dar marcha-ré/ Só Deus Pode Me Julgar/ Por isso eu vo na fé/
Soldado da guerra a favor da justiça/ Igualdade por aqui é coisa fictícia/ Você ri da minha roupa, ri do meu cabelo/ Mas tenta me imitar se olhando no espelho/ Preconceito sem conceito que apodrece a nação/ Filhos do descaso mesmo após abolição/ Mais de 500 anos de anos de sofrimentos/ Me acorrentaram, mas não meus pensamentos/ Me fale quem? (quem), Tem o poder? (quem)/ Pra condenar? (quem), Pra censurar? (alguém)/ Então me diga o que causa mais estrago/ 100 gramas de maconha ou 1 maço de cigarro/ O povo rebelado oculiza na favela/ A música do Bill ou a próxima novela/ Na tela a seqüela, no poder corrupção/ Entramos pela porta de serviço, nossa grana não/ Tá Bom, só pra quem manda bater/ Pisando nos humildes e fazendo nosso ódio crescer/ CV, MST, CUT, UNI, CUFA, PCC/ O mundo se organiza cada um da sua maneira/ Continuam ironizando vendo como brincadeira (besteira)/ Coisa de moleque revoltado/ Ninguém mais quer ser boneco, ninguém quer ser controlado/ Vigiado, programado, calado, ameaçado/ Se for filho de bacana, o caso é abafado/ A gente é que é caçado, tratados como réu/ As armas que eu uso é microfone, caneta e papel/ A socialite assisti a tudo calada/ Salve, salve, salve, Ó Pátria Amada, Mãe Gentil/ Poderosos do Brasil/ Que distribuem para as crianças, cocaína e fuzil/ Me calar, me censurar porque não pude falar nada/ É como se fosse o Rabo sujo, falando da Bunda mal lavada/ Sem investimento, no esquecimento/ Explode o pensamento, mais um homem violento/ Que pega no canhão e age inconseqüente/ Ou pega o microfone com discurso incontundente/ (Que te assusta) Uma atitude brusca/ Dignificando e vivendo por uma vida justa/ Fui transformado no bandido do milênio/ O sensacionalismo por aqui merece um prêmio/ Eu tava armado mas não sou da sua laia/ Quem é mais bandido? Beira-Mar ou o Sérgio Naya/ Quem será que irá responder/ Governador, Senador, Prefeito, Ministro ou você/ Que é caçado, e sempre paga o pato/ Erga sua cabeça para não ser decepado/
Refrão 2x - É/ Mantenho minha cabeça em pé/ Fale o que quiser pode vir que já é/ Junto com a ralé/ Sem dar marcha-ré/ Só Deus Pode Me Julgar/ Por isso eu vo na fé/
Como pode ser tragédia, a morte de um artista/ E a morte de milhões, apenas uma estatística/ Fato realista de dentro do Brasil/ Você que chorava lá no gueto, ninguém te viu/ Sem fantasiar, realidade dói/ Segregação e menosprezo é o que destrói/ A maioria esquecida no barraco/ Que ainda é algemado, extorquido e assassinado/ Não é moda, quem pensa incomoda/ Não morre pela droga, não vira massa de manobra/ Não me idolatro a Mauricinho da TV/ Não deixa se envolver porque tem proceder/ Pra que? Por quê? Só tem paquita loira/ Aqui não tem preta como apresentadora/ Novela de escravo, a emissora gosta/ Mostra os pretos chibatados pelas costas/ Faz confusão na cabeça de um moleque/ que não gosta de escola e admira uma Intratec/ Click-Cleck, mão na cabeça/ Quando for roubar dinheiro, público vê se não se esqueça/ Que na sua conta tem a honra de um homem/ Envergonhado ao ter que ver sua família passando fome/ Ordem, progresso e perdão/ Na terra onde quem rouba muito não tem punição/
Refrão 4x - É/ Mantenho minha cabeça em pé/ Fale o que quiser pode vir que já é/ Junto com a ralé/ Sem dar marcha-ré/ Só Deus Pode Me Julgar/ Por isso eu vo na fé
Muitos usam, poucos entendem, esta é a primeira parte sobre um assunto que muitos deveriam conhecer, e um aviso aos navegantes, para usa-lo teras que começar por si.
Censura é o uso pelo estado ou grupo de poder, no sentido de controlar e impedir a liberdade de expressão. A censura criminaliza certas acções de comunicação, ou até a tentativa de exercer essa comunicação. No sentido moderno, a censura consiste em qualquer tentativa de suprimir informação, opiniões e até formas de expressão, como certas facetas da arte.
O propósito da censura está na manutenção do status quo, evitando alterações de pensamento num determinado grupo e a consequente vontade de mudança. Desta forma, a censura é muito comum entre alguns grupos, como certos grupos de interesse e pressão (lobbies), religiões, multinacionais e governos, como forma de manter o poder. A censura procura também evitar que certos conflitos e discussões se estabeleçam.
A censura pode ser explícita, no caso de estar prevista na lei, proibindo a informação de ser publicada ou acessível, após ter sido analisada previamente por uma entidade censora que avalia se a informação pode ou não ser publicada (como sucedeu na ditadura portuguesa através da PIDE), ou pode tomar a forma de intimidação governamental ou popular, onde as pessoas têm receio de expressar ou mostrar apoio a certas opiniões, com medo de represálias pessoais e profissionais e até ostracismo, como sucedeu nos Estados Unidos da América com o chamado período do McCartismo.
Pode também a censura ser entendida como a supressão de certos pontos de vista e opiniões divergentes, através da propaganda, manipulação dos média ou contra-informação. Estes métodos tendem a influenciar e manipular a opinião pública de forma a evitar que outras ideias, que não as predominantes ou dominantes tenham receptividade.
Uma forma moderna de censura prende-se com o acesso aos meios de comunicação e também com as entidades reguladoras (que atribuem alvarás de rádio e televisão), ou com critérios editoriais discricionários (em que por exemplo um jornal não publica uma determinada notícia).
Muitas vezes a censura se justifica em termos de proteção do público, mas na verdade esconde uma posição que submete os artistas ao poder do estado e infantiliza o público, considerado como incapaz de pensar por si próprio.
Actualmente a censura pode ser contornada mais eficazmente, com o recurso à Internet, graças ao fácil acesso a dados sem fronteira geográficas e descentralizado e aos sistemas de partilha de ficheiros peer-to-peer, como a Freenet.
O uso cotidiano da censura promove um movimento de defesa bastante corrosivo que é a auto-censura, quando os produtores culturais e formadores de opinião evitam tratar de questões conflitivas e divergentes.
Do ponto de vista da forma pela qual é exercida, a censura pode ser preventiva, repressiva e indireta. Censura prévia ou preventiva é o direito que tem o governo de exercer vigilância sobre a publicação de livros ou periódicos, assim como da encenação de peças teatrais, fora da intervenção dos tribunais. Em muitos países, no entanto, a censura ao texto impresso é feita após a publicação, de acordo com o princípio segundo o qual o cidadão deve assumir a responsabilidade de seus atos. Nesses casos, a censura chama-se punitiva ou repressiva.
Estudos sociológicos mostram que o maior rigor da censura, do ponto de vista da moral sexual, coincide com a ascensão política da classe média, possivelmente porque essa supremacia só se mantém pelo trabalho e dos hábitos morigerados, virtudes que seriam abaladas pelo maior relaxamento sexual. Já a aristocracia, quando está no poder, não dá a mesma importância a esse aspecto.
A Grécia antiga foi a primeira sociedade a elaborar uma justificativa ética para a censura, com base no princípio de que o governo da pólis (cidade-estado) constituía a expressão dos desejos dos cidadãos, e que portanto podia reprimir todo aquele que tentasse contestá-lo. Mesmo na sociedade ateniense, mais liberal, alguns delitos de opinião podiam ser punidos com a morte, como prova a execução de Sócrates, obrigado a beber cicuta ao ser condenado por irreligiosidade e corrupção dos jovens. O respeito a alguns princípios de ordem parecia tão arraigado na sociedade de Atenas, que até mesmo Platão, discípulo de Sócrates, defendia a censura como um dos requisitos essenciais ao governo.
Durante todo o período medieval as autoridades eclesiásticas impuseram uma rígida concepção do mundo, com base em princípios que se queriam eternos e imutáveis. Os tribunais do Santo Ofício exerciam uma censura de caráter moral, político e religioso, sendo os réus submetidos a torturas, a longos períodos de prisão ou à morte na fogueira.
Depois da Reforma Cristã Protestante, o clima geral de intransigência religiosa, tanto nos países católicos quanto nos protestantes, deu ensejo ao recrudescimento das práticas repressoras. A Igreja Católica publicou, durante o Concílio de Trento, o Index librorum prohibitorum, relação de obras cuja leitura era terminantemente proibida aos fiéis. Nos países protestantes, as proibições não se limitavam aos livros católicos, mas também aos de outras igrejas reformadas. Na Grã-Bretanha, por exemplo, o anglicanismo oficial reprimiu severamente a defesa pública do puritanismo.
No mundo moderno alguns fatores impuseram várias modificações no conceito de censura. Tal processo foi fruto de um longo trabalho de educação que permitiu um espírito crítico mais aguçado; a disseminação de obras, desde as artísticas às de informação, como as enciclopédias, diminuíram o grau de desinformação e minimizaram superstições e preconceitos.
Mesmo assim, o século XX assistiu ao nascimento e derrota de regimes tragicamente autoritários, em que a censura teve uma atuação patológica pelo rigor com que foi exercida e pela virulência de seus princípios. Assim ocorreu na Europa, com o governo nazista na Alemanha, fascista na Itália, franquista na Espanha e salazarista em Portugal.
Em nome do socialismo, a União Soviética e todos os países do bloco socialista, assim como Cuba, China e demais países socialistas da Ásia, adotaram uma censura tão rigorosa e obscurantista quanto a do fascismo e nazismo. O movimento da contracultura e pelos direitos civis, nascido nos Estados Unidos e disseminado em todo o mundo, trouxe uma mudança radical de padrões e valores, que muito contribuiu para o desprestígio da censura e o fortalecimento da democracia.
No Brasil, a não ser por breves períodos, a censura acompanhou de perto nossa história desde o período colonial. A Igreja Católica chegou a instituir as visitações do Santo Ofício em Pernambuco e Bahia, com as famosas confissões obrigatórias, em que se valorizavam sobretudo os pecados de natureza sexual e religiosa.
Na república, a repressão agravou-se no governo Vargas, em que a censura prévia determinava até mesmo o noticiário. Com a queda da ditadura e a derrota do nazifascismo, a censura retraiu-se, chegando ao mínimo no governo de Juscelino Kubitschek, fase mais liberal de toda a história brasileira até aquela data. Mas o governo militar instituído em 1964 trouxe de volta os exageros da censura, que chegou a proibir a exibição do balé Bolshoi e a venda das gravuras eróticas de Picasso. A constituição de 1988 aboliu totalmente a censura.
Quando vai ser o dia , que a lei vai pesar para todos ? Idiferente se você é rico , pobre preto ou branco . A lei tem que ser aplicadas por todos e pra todos .
Abraços
Thiago Bactéria
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
MAYARA

Salve navegantes estou aqui pra lhe apresentarem uma cantora gospel .É isso mesmo Mayara a cantora de rap a serviço de Deus na terra , ela é uma menina humilde , amiga e disposta a ajudar . 18 anos de serviços prestados a Deus .
Confere o Myspace dela
Palco Principal Mayara
Banda de Garagem
Aposto que depois que você ouvir a palavra de carinho que esta moça passa em suas letras você vai pensar duas vezez e abraçar o RAP Gospel .
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Quem nos faz rir nas segundas feiras !

MARCELO TAS
APRESENTADOR
Nascido em 1959, é um dos profissionais mais polivalentes da mídia brasileira: jornalista, ator, apresentador, roteirista e diretor de diversos programas de televisão e rádio.
Ficou nacionalmente conhecido pelo seu personagem humorístico Ernesto Varela, repórter fictício que ironizava personalidades com perguntas desconcertantes durante a abertura política.
Também foram marcantes suas participações nos programas Vídeo Show (Rede Globo) e Vitrine (TV Cultura), bem como sua atuação como ator, diretor e roteirista de programas premiados internacionalmente, como as séries Rá-Tim-Bum (onde interpretava o Professor Tibúrcio) e o Castelo Rá-Tim-Bum (Porque Sim Não É Resposta).
Ao lado de Lobão e Mariana Weickert, apresentou o talkshow Saca-Rolha (Play TV). Na mídia impressa, Tas já escreveu para os jornais Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo; e foi colunista das revistas Trip e Isto É.
Na área educativa, Marcelo criou o game "Beco das Palavras" para o Museu da Lingua Portuguesa; e foi o Coordenador de Criação do Telecurso da Fundação Roberto Marinho. Atualmente, Marcelo é autor e apresentador do Blog do Tas no portal de internet UOL.
DANILO GENTILLI

REPÓRTER
Um dos principais destaques da nova geração de humoristas da Grande São Paulo, Danilo Gentili nasceu em 1979 na cidade de Santo André.
Publicitário, humorista, escritor e cartunista, subiu oficialmente no palco pela primeira vez em 2005.
Fundador da Comédia ao Vivo, show de humor em plena ascensão na noite paulistana, integra também o Clube da Comédia Stand-up, principal grupo do gênero no país. Transita por outros festivais e shows como o Comédia Em Pé, no Rio de Janeiro, e o Risorama, mostra oficial de humor do Festival de Teatro de Curitiba.
Danilo tem compromisso com a originalidade e a renovação do material humorístico, encara o público de cara limpa e jamais deixa seus shows caírem em anedotas populares, piadas prontas ou textos que não sejam de sua própria autoria.
Com uma forma bastante particular de enxergar o mundo, Danilo é um dos principais divulgadores da Comédia Stand-Up no Brasil.

Felipe Andreoli
Felipe Andreoli é jornalista por natureza. Frequentando as redações de TV desde os 6 anos, quando assistia o pai apresentando telejornais esportivos na TV Globo e Bandeirantes, ele se formou e logo entrou na mesma área.
Começou na cedo na TV Record trabalhando na produção de programas e com apenas 20 anos chegou a apresentar um quadro em um programa evangélico ( sim, acredite, Se chamva Se liga Jovem!). Essa experiência já deu jogo de cintura para se adaptar a qualquer tipo de abordagem com o público.
Depois foi para TV Cultura onde consolidou a carreira e ampliou as funções. Reportagem, Videorreportagem e Apresentação, sempre em seu estilo leve, irreverente, descontraído. Foi para TV Bandeirantes onde continuou exercendo essas funções. Sempre fazendo o outro lado da história, mostrando as coisas de maneira diferente do padrão, original.
O estilo de conduzir suas reportagens o fizeram ser convidado para trabalhar como um dos repórteres no Custe o que Custar- o CQC, onde está desde março de 2008.
Felipe Andreoli também trabalha com o público ministrando cursos, workshops sobre videorreportagem e reportagem em TV, além de apresentar cerimônias e eventos. Realiza cursos no Comunique-se desde 2004.

Rafinha Bastos
ator e jornalista Rafinha Bastos nasceu em 1976, em Porto Alegre.
Jogou basquete durante 15 anos quando se mudou para os Estados Unidos onde teve contato com a arte da Stand-up Comedy (comédia de cara-limpa).
Artista multimídia, Rafinha sempre usou a Internet para divulgar o seu trabalho e hoje lota salas do país inteiro com o seu solo A Arte do Insulto.
Além de compor a bancada do CQC, ele faz shows de stand-up, espetáculos de improviso e ainda protagoniza um seriado na TV a cabo.
marco Luque

ovem ator dotado de versatilidade para interpretação e com extraordinário talento cômico, atualmente faz parte do elenco fixo do Grupo Terça Insana, onde ele apresenta alguns de seus personagens.
Luque já atuou no show Comédia ao Cubo, do Astros Bar e no grupo Companhia dos Ícones e em peças como "Quando as Máquinas Param", de Plínio Marcos.
Atualmente divide seu tempo com os shows do Terça Insana, Locutor, Mestre de Cerimônia, comerciais e também como artista plástico preparando sua próxima exposição.
RAFAEL CORTEZ

Ator, músico e jornalista. Como ator, estudou com Roberto Vignati, Roberto Lage, Renato Borghi, Alexandre Padilha, Celso Frateschi, Silvia Leblon e Clerouak. Atuou nos seguintes espetáculos teatrais: Made in Brazil, com direção de Pedro Granato (2002); A Casa de Bernarda Alba, com direção de Melissa Vettore, (2003); Contando Clássicos - Espetáculo de improvisação, com a direção de Maximiliana Reis (2005); Lendas e Loas - com Alejandra Pinel (2006); Os Saltimbancos - direção da Cia. Quatro na Trilha (2004/ 2005/ 2006/ 2007) e O Mágico de Óz - direção de Linaldo Telles - (2006/ 2007).
Na TV, além de diversos filmes publicitários, participou (entre os anos de 1998 e 2003) de produções independentes veiculadas nas redes CNT, Gazeta e Rede Mulher de Televisão. Está no 12º episódio da série especial de Chico Buarque - produção da R.W.R e Rede Bandeirantes, exibida em 2006 e comercializada para todo o Brasil.
No cinema, protagonizou, em 2001, o curta-metragem "X", de Pedro Granato e o curta "Torta", de Ricardo Vargas, a ser lançado em 2008.
Está gravando a obra completa de Machado de Assis em áudio-livro pela Editora Livro Falante. Atuou também em dezenas de eventos institucionais.
É também violonista erudito, com um CD independente (Solo, de 2005) lançado. Compositor de peças para violão solo e músicas populares. Apresentou dezenas de concertos clássicos e estudou com professores como Ledice Fernandes, Edelton Gloeden, Henrique Pinto e Badi Assad.
É jornalista formado pela PUC-SP. Trabalhou em diversas assessorias de imprensa, na revista da faculdade Uni-Nove e foi colaborador de Veja-SP. Esteve por quase 5 anos na Abril Digital, onde desenvolveu diversos conteúdos jornalísticos para celular. Ganhador do 32º Prêmio Abril de Jornalismo em 2007 na categoria Conteúdo para Celular. Foi, também, produtor de teatro e televisão por 10 anos seguidos.
Fan Clube oficial RC
Oscar Filho

Oscar Filho é ator e humorista. Formado pelo INDAC em 2003, esteve em montagens como As Bruxas de Salém de Arthur Miller e A Serpente de Nelson Rodrigues.
Foi indicado como Melhor Ator no prêmio Coca-Cola Femsa de Teatro 2004 com o espetáculo A Matéria dos Sonhos.
Está há 3 anos em cartaz com o Clube da Comédia Stand-up em São Paulo e Campinas.
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